sexta-feira, 16 de novembro de 2001

Dias do nada

Dias do nada
Onde tudo é igual
Nada se faz novo
Onde o porque já não é mais pergunta
E as respostas são vazias
Como vazio é o coração sem sentimentos.
Onde os momentos se fazem lembranças
De outros momentos esquecidos
Onde não se almejam vitórias
Em batalhas insanas
Onde não há motivos nem desejos
Onde a vida se faz estranha forma
Talvez a luz tenha perdido o seu brilho
Onde um grito não ecoa em nenhum lugar
E a razão pede pra parar
Interromper um ciclo vicioso
Que só me levam ao nada
Como de nada vale isso agora.

Roberto 16/11/01

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